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As fortes chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul na primeira quinzena do mês de maio provocaram diversos problemas estruturais nas rodovias. Em muitas delas, a trafegabilidade foi interrompida em sua totalidade devido à queda de pontes, deslizamentos de encostas e abertura de buracos no pavimento asfáltico. A logística impossibilita que, por exemplo, haja um deslocamento seguro e rápido pela ERS-129 e demais rodovias entre Guaporé e Porto Alegre. Caminhos alternativos são utilizados para chegar à Capital Gaúcha.
Entre os problemas de infraestrutura nas estradas da região, o maior encontra-se na ERS-129, entre os municípios de Vespasiano Corrêa e Muçum. Uma cratera com dimensões impressionantes – 100 metros extensão, 16 metros de largura e 45 metros de profundidade – se formou, destruindo as três faixas de rolamento na altura do Km 88. Além da interrupção da trafegabilidade, o colapso na rodovia representa perdas econômicas incalculáveis para os municípios, além de deslocamentos dificultosos por estradas vicinais para questões de saúde, educação, escoamento da produção, entre outros.
Buscando agilizar o processo para liberar a trafegabilidade, a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) publicou o edital de dispensa de licitação para a execução da obra de reconstrução de um talude de aterro na ERS-129, bem como, a execução do projeto executivo, fornecimento de mão de obra, equipamentos e materiais necessários. A abertura das propostas acontecerá na terça-feira, dia 4 de junho, às 10 horas.
“O dano maior da rodovia foi a ruptura no Km 88, onde praticamente 100 metros do pavimento foi perdido. Não é uma obra de complexidade alta, pois o material utilizado será basicamente de pedras. A demora se dará mais na compactação e acomodação do agregado. A meta é concluí-la em um mês e meio. Porém, o contrato prevê um prazo maior para que a empresa execute, em virtude do tempo ao longo do inverno. É a alternativa mais rápida possível com materiais menos suscetíveis ao momento”, disse o diretor-presidente da EGR, Luis Fernando Vanacôr, salientando que a estatal optou, no edital, pelo critério de menor preço na escolha da empresa, com preferência para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP).Pode ser uma imagem de estrada
Em paralelo
Para proporcionar melhor trafegabilidade, até que obra do Km 88 seja concluída, a EGR executa a pavimentação de três quilômetros da estrada vicinal que está sendo utilizada como desvio alternativo entre Vespasiano Corrêa e Muçum. O trecho parte do bairro Cidade Alta até a Linha São Luiz. O asfaltamento se faz necessário em virtude da situação e dificuldade de tráfego encontrada pelos condutores na via.
Além disso, os esforços também são empregados pela EGR em um desvio provisório e emergencial no local onde ocorreu o desmoronamento. A passagem provisória estará disponível, em um primeiro momento, apenas para automóveis, a fim de avaliar o fluxo e as condições de segurança para os demais tipos de veículos.
Central de Conteúdo/Rádio Aurora 107.1 FM
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